segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Um jantar especial

Sempre gostei de famílias grandes. Haver uns avós, uns quantos pais e muitos primos à mistura. No meu caso, tenho apenas um tio de cada lado (paterno e materno). De cada lado tenho 4 primos. Sempre que nos juntamos somos 6 primos (a contar comigo e com o meu irmão!). Infelizmente, o lado paterno da família anda em turbulência e por isso pouca ou nenhuma ligação tenho com alguns dos meus primos. Do lado materno temos alguma convivência e hoje em dia já somos 11 primos, a contar com os bisnetos que entretanto vieram alegrar (e aumentar!) ainda mais a família. Infelizmente a vida não nos permite estarmos mais vezes juntos.
Ao contrário de mim, a família do lado paterno do meu marido é bastante grande (do jeitinho que eu gosto!). Existe uma avó que teve 6 filhos, os quais deram origem a 12 netos e, ainda mais 3 bisnetos. Juntamos os primos todos com as respetivas famílias. Fomos cerca de 20 pessoas lá em casa. Boa disposição, harmonia e muitos sorrisos... 



Aqui do primos mais novo (à esquerda) ao mais velho (à direita)...


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Fiquei em 1º na minha terra!

Sai de casa rumo ao Nordeste para simplesmente ir... correr... Eita coragem!!! Mas, se sai de casa para ir à Bretanha correr, porque não fazê-lo também na minha terra de infância?!
Quando participo numa corrida é para me desafiar a mim própria. Gosto de saber se melhorei a minha performance desde a última vez. Uma prova nunca é igual à outra. Nunca. 
Na Bretanha foi difícil (pode ler aqui)... Era uma subida ligeira que nunca mais acabava. Desonrei aquela subida até mais não... Pensei em desistir, mas não o fiz e cheguei ao fim. 
Em S. José (pode ler aqui) foram 4 voltas. A dada altura já não sabia em que volta estava. É que quando eu corro o meu psicológico não para de pensar... 
Na Lomba da Maia (pode ler aqui) foram 4 subidas complicadinhas. Foi difícil também. Ao fim da primeira volta pensava que não conseguia fazer a segunda. Mas cheguei ao fim. 
No Nordeste era uma ligeira subida e uma outra subida que... só de carro!!! Mas em nenhum momento pensei em desistir. Estava na minha terra. Aquele chão conhece-me. Aquele foi o ar que respirei durante 15 anos e mais uns períodos depois... Deu-me um gozo enorme correr no Nordeste. Revi algumas pessoas que conhecia, umas correram comigo, outras não. Senti em cada uma delas que me apoiavam, que estavam a torcer por mim. Mas o melhor ainda estava para vir. Quando cheguei à meta, tinha ficado em 1º lugar no meu escalão!!! 

Subir o pódio em 1º lugar (e na minha terra!) teve um sabor tão especial. Devo esta prestação a mim (claro!), porque se não tivesse ido correr naquele dia 26 de abril 2017 nunca teria mudado as minhas rotinas diárias; aos meus companheiros diários de corrida que, desde o primeiro dia e até hoje me incentivam sempre a ser e fazer melhor; à minha família que me apoia constantemente, mas principalmente à minha filha porque, além de se ter tornado a minha fã nº 1 e de adorar ver-me correr (e já diz que quando crescer vai correr comigo!), ela foi o motivo que me fez mudar de rotinas, ela é que foi a impulsionadora desta nova maneira de viver, pois se eu conseguir ser melhor para mim vou, certamente, ser melhor para ela e só assim poderei ser um exemplo de que ela se poderá orgulhar ou, quem sabe, seguir...

Foi um dia feliz, sem dúvida nenhuma! 
E o prémio era bem giro (o Nordeste sempre soube receber bem!)! :)



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Dia dos meus Amigos

Hoje, nos Açores, iniciam-se os festejos para o Carnaval. Hoje, particularmente comemora-se o Dia dos Amigos. Eles saem com os amigos. A cidade enche-se de homens (e mulheres nos bares que se despem!)... Já faz parte da tradição...
Mas não é sobre isso que quero falar... Quero falar mesmo dos meus amigos... 

Sabem, o que mais valorizo na vida é a saúde, pois, infelizmente, numa altura da minha vida soube o que era viver sem ela e, acreditem, é bastante desmotivante viver com a incerteza do dia de amanhã. Logo a seguir à saúde e em pé de igualdade, valorizo o amor, a paz e a família. E quando falo em família refiro-me também aos meus amigos, pois para mim, alguns, são família também. 

São aqueles amigos que são amigos sem interesse, sem dupla personalidade, sem invejas, sem maldade. 
São amigos que festejam as minhas vitórias e me apoiam nas minhas derrotas. 
Podem não estar sempre comigo (sei que não é possível!), mas sei e sinto que estão lá! 
Podemos nem falar durante meses, mas quando falamos é como se tivéssemos estado juntos há coisa de 5 minutos atrás. 
São aqueles que me dão força para conseguir atingir metas que nem eu sei se sou capaz. São aqueles que me fazem acreditar em mim e nas minhas potencialidades. 
São aqueles que gostam de mim como eu sou, aceitam as minhas imperfeições e manias, sempre respeitando o meu espaço. São os que riem comigo e, se estou menos bem, são os que me fazem rir.
São os que me ajudam a proteger a minha filha, me ajudam a educá-la, me ajudam no dia-a-dia com ela, se interessam em saber dela, me aconselham,...

São aquelas pessoas que, pelas provas que já me deram, não quero abdicar da minha vida...
São esses os meus amigos. São esses que também fazem parte da minha família...



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Acabei o ano 2017 a bater

Antes do final do ano passado estava eu a sair de casa com a minha M., quando na curvinha mais fechada da minha rua (maldita curva!), estava eu distraída a olhar para o espelhinho que tenho no vidro da frente para ver a minha filha, quando olho para a frente já só vi o carro e nem deu para travar. Quer dizer... o dar até deu, mas atrapalhei-me toda e pronto... bati!
A M. chorou com o susto, eu fiquei nervosa (não é uma situação com a qual esteja familiarizada!), tive de "engolir" o meu nervoso para acalmar a minha menina que estava aflita. O que vale é que ninguém se magoou e, vá, bati no carro de um Sr. muito compreensivo e que foi extremamente simpático comigo...
Já não fui fazer o que tinha para fazer, já não fiquei a sorrir, já só regressei a casa e nunca mais sai, não fosse algo pior ainda me acontecer... Há dias que não podemos sair de casa... aquele dia podia ter sido um desses!
Foi para assinalar da melhor forma o ano velho... (NOT!)
E, pronto, eis o primeiro acidente de carro da minha M...



terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A boa ação dela no Natal - parte II

Depois de 1h e meia de "bolinhas" no Parque Atlântico, fruto da recompensa por ter sido uma menina cheia de valor (falei disto aqui), disse-lhe que estava na hora de irmos embora. Durante esse tempo todo esteve a brincar com uma menina da qual nem sabemos qual o nome. Depois do toque de ordem de saída, elas despediram-se e fomos espreitar o que havia na Claire's. Ela perguntou-me se podia ter uma espécie de "ovo surpresa" e perguntou se podia levar um para a sua amiga. Respondi-lhe que sim, admirando o seu espírito fraterno daquele dia. Chegamos ao espaço infantil e a sua amiguinha já tinha ido embora. Ela ficou triste. Disse-lhe que o seu gesto tinha sido muito bonito e que mostrava que tinha um grande coração e por isso estava muito orgulhosa dela. Como a amiga não estava lá, ela podia ficar com os 2 ovinhos. Quando estávamos nas escadas rodantes a caminho do carro, a amiguinha dela estava mais à frente e ela toda contente foi lá dar-lhe o seu ovinho. No fim das escadas despediram-se com um "Feliz Natal"...
Foi dos cenários mais lindos que vi. Duas meninas, cada uma com o seu ovinho. Acreditem que foi o mesmo que ser transportada para um filme daqueles que passam nas nossas televisões no Natal. Não consegui travar a lágrima da emoção. Foi, sem dúvida, um momento que vou guardar para sempre...




segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

A boa ação dela no Natal - parte I

Já lhe tinha falado nisto o ano passado, mas não houve grande recetividade da parte dela... Não insisti. Provavelmente não tinha chegado à altura de o fazer. Provavelmente ela não estava preparada ainda... Este ano voltei a falar-lhe no assunto assim meio por alto para ela se ir mentalizando para essa possibilidade...
Um dia, estava eu no Facebook e vi algures que se podiam entregar brinquedos no serviço de Pediatria do nosso Hospital. Lembrei-lhe de lhe falar dos meninos que provavelmente não iriam passar o Natal em casa, que iam ficar no Hospital, doentes. Ela como tinha alguns com que já brincava menos, poderia escolher e oferecê-los a esses meninos. Ela respondeu-me de sorriso na cara, com um pronto e firme "sim" e foi a correr escadas acima escolher os brinquedos para dar aos meninos do Hospital. Foram 3 sacos de brinquedos, peluches, livros e jogos. 
Ficou triste quando a senhora da receção não a deixou entrar por ser pequenina demais, para evitar qualquer risco de infeções. Queria ser ela a dar os seus brinquedos aos outros meninos. Não foi possível. Expliquei-lhe e ficou tudo bem, embora ainda tristinha.
Recompensa pela sua boa ação foi irmos às "bolinhas" do Parque Atlântico, que ela adora. Ficamos lá uma boa hora e meia. Ela a brincar com uma outra menina e eu a supervisioná-las e a cuscar as montras das redondezas...

Não me lembro de ter ficado tão emocionada com alguma atitude dela como nesse dia... O brilho no seu olhar quando me perguntava se podia dar aquele brinquedo/jogo/livro aos meninos doentes foi indescritível. Ela toda orgulhosa e pensativa na viagem entre a nossa casa e o Hospital. O olhar triste quando lhe disseram que não podia ser ela a dar os seus brinquedos aos meninos... Uma dor de alma! Obrigada pela filha que és. Obrigada por me teres escolhido para ser a tua mãe. És o meu maior orgulho, minha princesa...


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Ilusão falhada!

Numa das manhãs de fim-de-semana que antecederam o Natal (em que ficamos mais tempo na ronha, sem pressas para ir para o trabalho!), senti ela acordar. Levantou-se e foi para a casa de banho sozinha. Tirou a sua fralda da noite e sentou-se na sanita. Permaneci deitada na minha cama a "ver" o jeito dela. Chamou por mim. Fui ter com ela. Limpei-a. Como ainda era muito cedo, perguntei-lhe para onde queria ir. Ela responde:
- "Mãe, eu quero ficar sozinha."
Fiquei apática e de olhos arregalados para o que me dizia. Acompanhei-a até à sua cama e ela diz:
- "Mãe, sabes, já consigo dormir sozinha. Eu acordei e fiquei na minha cama. Depois adormeci mais um bocadinho... sozinha!"
Disse-lhe "Uau! Estás mesmo uma crescida!", dei-lhe um beijo e regressei à minha cama.

Não se iludam como eu... na noite seguinte, afinal, ela já não "conseguiu" adormecer sozinha!...

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Afinal fiz o meu bolo de Natal!

Em dezembro passado não estava com pica nenhuma de fazer o meu Bolo de Natal! Costumo fazê-lo no feriado de 1 de dezembro, mas já só o fiz na semana seguinte, tal era a vontade!... NOT!
Eu não gosto dos Bolos de Natal que existem para aí (como muitas pessoas que eu conheço!), por isso é que peguei na receita e adaptei-a ao meu gosto para nós "os esquisitos das doçarias de Natal" também comermos o tão afamado "Bolo de Natal"!!! Modéstia à parte, o meu bolo é mesmo, mesmo bom!!! E leva quase todas as coisas que o outro leva, mas acreditem, fica bemmmmmm melhor!
Depois partilho a minha receita... Prometo!

No ano de 2016 só abri o meu bolo de Natal na véspera de Natal e tive bolo de Natal quase até às Estrelas de 2017, por isso no Natal de 2017, não quis saber. Depois do Bolo de Natal estar pronto, comecei logo a prová-lo... Ele ficou tão bom (mesmo tão bom!) que o meu medo era que nem chegasse ao Natal... Vá lá... chegou! :) E, acreditem ou não, tive de fazer um segundo bolo bem mais adulterado, pois já não tinha metade dos ingredientes necessários!!! :)

O ano passado ainda pus açúcar confeiteiro por cima, mas ficou demasiado doce... por isso... optei por deixar ficar ao natural... E estava bem bom! Bem melhor!


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Não são só os gatos que gostam de estar em caixas...

Por experiência própria, do meu querido Shooby, sei que os gatos adoram enfiar-se em caixas, sacos e malas de viagem. Todo o sítio em que eles fiquem encaixadinhos lá estão eles... É um mimo de se ver... Mal sabia eu que as crianças são exatamente iguais!!! Aliás, não querendo comparar, sempre achei muito semelhante algumas coisas que a minha M. fazia com aquilo que o meu gato fazia, falando na parte da curiosidade, óbvio!... Uma delas é mesmo enfiar-se em caixas. Até ter a minha M. não fazia ideia (e eu fui uma criança um dia!) que as crianças também gostavam de se enfiar em caixas e caixinhas... E eu noto isso desde que ela era bebé... Ela, em bebé, sem andar ainda, adorava estar dentro de, por exemplo, o cesto da roupa suja.... da caixinha dos livros... e, ainda hoje, quando me chegam encomendas da Tupperware (sou revendedora), a parte preferida dela é enfiar-se dentro do caixote!!!




Outro dia, antes do Natal, fomos buscar pedras para fazer o presépio. Levamos umas caixas de papelão duro para poder trazer as pedras... Ela, com 3 anos (já a beirar os 4!!!) enfiou-se numa das caixas e tapou-se...
Fazer o quê?! Um mimo de "gatinha"! :)



terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Correr na metade do meu berço!

O percurso era de 5,600km, mas com algumas subidas e descidas, factos que me levaram a andar indecisa se haveria de participar naquela prova ou não. O facto de se realizar na Lomba da Maia tornava a coisa familiar e aliciante, pois a minha família materna é toda de lá e foi também na Lomba da Maia que passei muitos bons momentos da minha vida, em família.
A minha avó fazia anos nesse mesmo fim-de-semana e foi uma "desculpa" para não fugir com o rabo à seringa! Lá estava eu, na manhã de domingo, equipadinha, de fitinha na cabeça, prontinha para percorrer aqueles km que nunca mais acabavam. Pensei que não conseguia terminar aquela prova, sempre que ficava de língua de fora naquelas subidas difíceis (era 4 ao todo!), mas aí aparecia o Gang das 12h (o nome carinhoso que apelidei o grupo com quem costumo correr) a dar-me força e dicas "in locco". Eles não estão fisicamente lá (como devem calcular!), mas as vozes deles soam na minha cabeça sempre que estou num momento mais difícil da corrida... Juro-vos! E, acreditem, é mesmo bom que assim seja! Além das vozes deles também penso no sorriso da minha filha quando sobe ao pódio comigo, da imagem dela a torcer por mim quando passo a correr por ela... é uma imagem que me dá muita energia e força! O que faz o poder do amor!!!
Fiquei em 3º lugar e teve um saborzinho especial pelo sítio que foi... Senti-me em casa, porque ali é também parte do meu berço! :)

Tive a companhia da minha prima Regina (e dos seus filhos lindos) que se estreou no pódio num merecido 2º lugar! Quem sabe se não me vai começar a "fazer a perna" e vamos ter muitas competições juntas! Isso é que era de valor! :) Nós as 3, as atletas da família, a trazer troféus para casa todas as semanas! Ahaahahaha pronto, estou a brincar com esta parte dos troféus... 





segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Reveillon calminho...

Foi calminha...
Sempre gostei das noites em que o ano muda. Sinto alguma magia no ar e amor no coração. Nessa noite toda a gente é bonita, veste bonito para assistir com classe à chegada do novo ano. Existem desejos individuais, desejos partilhados, desejos... Existem também as lembranças dos melhores momentos do ano anterior e também os menos bons! Existe a esperança que este novo ano nos traga coisas boas e nos ajude a enfrentar com coragem e determinação as menos boas...








sábado, 6 de janeiro de 2018

Hoje ela faz 94 anos

94 anos é muita fruta!!!
94 anos e 2 filhas, 2 genros, 6 netos e 5 bisnetos... UAU! Não é para todos!

Queria eu chegar aos 94 anos da mesma forma que ela, mas com maior positividade de vida e mais otimismo mental. Na verdade, eu conto chegar aos 100, e nunca é demais lembrar que gostava mesmo, mesmo de lá chegar... Já agora, de preferência rodeada de gente boa, que goste de mim e bem disposta ao meu lado, com muitas energias positivas e de sorriso na cara... :)

Para a minha avó, desejo muita saúde e continuação de uma vida longa junto de nós que a amamos do jeitinho que ela é. Que as suas pilhas não se acabem e que ela compreenda que os bisnetos não podem estar sentadinhos no sofá o tempo todo sem tocar em nada! :)



sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Km que nunca mais acabam...

A minha aventura com a corrida deu os primeiros passos em setembro de 2016. Sem sucesso nessa altura. Por variadas razões. Uma porque escolhi correr às 6h da manhã ou ao final do dia, quando todos lá em casa ainda dormiam... Das poucas vezes que fui correr nesses horários, a minha cabeça ficou sempre em casa. E a minha vontade de ficar na cama ia sempre comigo... Levantar da cama para ir correr nunca foi uma tarefa fácil... Depois comecei a arranjar desculpas para não ir... Às vezes porque chovia, outras porque estava frio, outras porque "vou amanhã" e o amanhã acabou por não chegar...
Até que, em abril, desafiaram-me a experimentar correr na hora de almoço, pois é a pratica de alguns colegas do meu trabalho. Correr à hora de almoço tinha 2 vantagens: não abdicava do meu tempo com a minha filha, pois ela estava na escola àquela hora, e ainda tinha a benesse de dar um mergulho no mar, que eu tanto adoro. E assim foi.
O gosto pela corrida foi crescendo. Quando não corro sinto falta. Confesso que é bem mais fácil (e saboroso!) acomodarmo-nos ao sofá do que levantar o rabinho e mexer as perninhas. É bem mais fácil deixar de ir correr do que manter o foco na corrida. Nem sempre me apetece correr. Aliás, acho que a maioria das vezes não me apetece. Quando estou de férias, normalmente não corro. Ofereço todo o meu tempo à minha filha! Quando não estou, obrigo-me a correr. Vou à luta, mesmo que não me apeteça... Porque não corri nas férias, porque tem que ser, porque não posso parar. Não devo. Por mim e por quem acredita em mim.

Diz o Strava que desde julho de 2017, eu corri 43h, 386.60km em 75 atividades. Que eu consiga superar estes valores em 2018...

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

A melhor prenda de Natal

Depois da azáfama toda das festas de Natal e passagem de ano, queria mostrar-vos as coisas mais fofas que a minha M. fez na sua Escola e no ATL, as quais vão passar a sair todos os anos, todos os Natais. O Natal é reunir coisas e pessoas que amamos. Foram, sem dúvida, os presentes mais originais, mais lindos, mais fofos que recebemos este ano e que abrilhantaram a nossa casa:
(O Pai Natal com barbas feitas com a mãozinha linda dela, o floco de neve, o globo com a sua foto que está maravilhoso e a casinha do Pai Natal que vinha com bombons dentro!!!)

Parabéns à prof. Maria José e às monitoras do ATL por serem tão criativas e por mimarem os nossos meninos na nossa ausência...

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Nova regra do blog...

E está a começar mais um novo ano e, no último ano, este blog teve pelo menos um post por dia! Muito bom para mim e para cada leitor que me lê todos os dias... Mas há dias em que ter um post por dia não é fácil. Muitas vezes agendei post (a maior parte deles são mesmo agendados, confesso!) e outras vezes tive de deixar coisas de lado para manter este propósito. 

A minha M. está numa fase que já exige mais do meu tempo e da minha disponibilidade. O meu trabalho também tem exigido mais de mim. A minha casa passou a ser maior e por isso exige mais de mim. Temo que esta coisa de ter um post por dia pode eventualmente não ficar assim tão linear. E por este motivo, escrevo este post. Peço-vos que não levem a mal se um dia ou outro não tiverem um post para ler... Este blog não vai acabar, até porque quero que a minha filha o leia quando crescer, mas pode ficar menos "mexido"... Compreendem, não compreendem?! Digam que sim, por favor...


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Recomeçar...

Hoje e sempre, todas as vezes que forem precisas...
Que 2018 seja, se não igual, melhor que o ano que passou!...

Amar mais!
Brincar mais!
Correr mais!
"Ser mais", em vez de "ter mais"!
Fazer de tudo para ser mais feliz e fazer quem me rodeia feliz!