terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Hoje a minha madrinha faz anos! :)

Ela é a única irmã que a minha mãe tem. É minha madrinha do batismo. 

Tem umas mãos de fada! Gostava de conseguir saber fazer metade do que ela faz, mas nem aos calcanhares lhe chego. Ela pinta quadros lindos, cozinha maravilhosamente bem, costura o que tiver de ser à mão e na máquina, faz bolos todos xpto, passa roupa a ferro perfeitamente bem, borda o que lhe aparecer, faz trabalhos manuais (terços, chapéus de S. Pedro, e tudo e tudo e tudo,...) dignos de estarem numa montra de alguma loja de grandes artistas,... e mais viesse...
Tem 4 filhos e já tem 3 netos, os meus queridos primos que eu tanto amo e só desejo o bem. 
Casou cedo com o meu padrinho e, com ele, trabalhou muito para conseguirem atingir todos os objetivos de vida que planearam. Cuidou dos seus filhos e agora ajuda no que pode a restante família (netos, filhos, sobrinhos, mãe,...). Sempre cuidou da casa e da família. Sempre se dedicou a eles. Sempre manteve o seu sorriso fácil (tal como toda a gente da família!) e a sua vontade de viver. 
Dizem que tenho o corpo parecido com o dela. Não tenho dúvidas quando me olho ao espelho. Também já me disseram que o jeitinho que tenho para "trabalhos manuais" se deve a ela também. Afinal de contas temos de puxar a alguém. Um bocadinho daqui, outro dali e com os ensinamentos que vamos aprendendo, lá conseguimos formar a nossa personalidade e habilidade para certas coisas.

Apesar da distância geográfica que nos separa, sinto-a sempre muito perto, pois ela é como se fosse a continuidade da minha mãe. São mesmo muito parecidas, até na voz...

Hoje ela faz anos e eu só lhe desejo o melhor que a vida tem para oferecer, pois é isso que ela me oferece sempre: o melhor de si. Madrinha gosto muito de ti! Parabéns!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Desafio 52 semanas #09: Pessoas que gostaria de conhecer/ter conhecido...

Ora aqui está um bom tema!
Pessoas que gostaria de conhecer ou de ter conhecido... ui tantas... Vou tentar sintetizar por partes.

Gostava de ter conhecido:
1º Jesus, em carne e osso.
Não gostava de viver no tempo dele, pois acho que aquelas pessoas eram assim um pouco malucas, mas gostava de tê-lo conhecido e ter tido uma conversa face to face com ele.

2º A minha tia Dídia que morreu antes de eu ter nascido...
De tanto que ouvi falar dela durante toda a minha vida, sempre tive curiosidade de a conhecer, de saber como ela era, de falar com ela, de abraçá-la. Sei lá... Acho que aprendi a gostar dela mesmo sem nunca a ter conhecido. E depois ainda dizem que não existe Amor sem ver...
(Aqui a minha tia Dídia tinha 3 anos, acho! Uma boneca que faleceu com 5 anos!)


3º Bob Marley.
Acho que ele era boa onda... e gostava especialmente de ter assistido a um concerto dele, porque o reggae é dos tipos de música que mais gosto (ver aqui).


Gostava de conhecer:
1º Barack Obama e Michelle Obama
Pela simplicidade e cumplicidade familiar que sempre vi neles. Pela boa disposição. Pelos seres humanos extraordinários que parecem ser (aqui e aqui).

2º Keanue Reeves
Porque além de eu achar o senhor lindo por fora (para mim dos mais bonitos do meu leque de "famous people"!), também o é por dentro. Com a história de vida dele, perdendo a namorada e a filha no espaço de 2 anos e todos os "factos pouco normais" na sua família, ele parece ser um homem do bem, desapegado de bens materiais (que ele tem tanta facilidade em ter!), que pensa no "outro". Eu admiro muito pessoas altruístas como ele que têm tudo e dão o quase tudo que têm aos outros ou a causas... Um exemplo aqui...

Porque adoro esta atriz. É uma mulher bem disposta, talentosa e muito bonita. Devo ter acompanhado a sua vida profissional desde quase o início. Adoro, adoro, adoro. Vejam se não é uma pessoa do bem, animada, cheia de vida, aqui! Sempre que a vejo falar, dá-me logo uma pica enorme para ser tão desenrascada quanto ela... :)

Porque é uma pessoa que admiro pela beleza que tem (o meu conceito de quase "mulher perfeita" é ela!) e pela pessoa que parece ser: senhora dona do seu nariz, agradável, bem disposta, que se entrega de corpo e alma à sua vida (familiar e profissional). 

5º E em 5º lugar, mas não em último lugar, se calhar em primeiríssimo, gostava de conhecer 3 pessoas que admiro muito: uma pela sua história de vida que acompanho desde há uns anos para cá (a Bruninha), e outras 2 (a Monique e a Natacha), por terem sido minhas amigas de todas as horas, mesmo que à distância (no caso da Monique, um oceano inteiro nos separa! No caso da Natacha é muito mar também...) e por me terem apoiado tanto (às vezes muito mais do que muitos que estavam perto!) numa fase menos boa da minha vida... 


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Típico do Carnaval: Malassadas na Bimby

Malassadas é um doce típico cá dos Açores por esta altura e por isso decidi colocar aqui a receita das tão famosas (e deliciosas) malassadas. Só as fiz uma vez (na Bimby) e a parte de pegar na massa e colocá-la na frigideira foi um autêntico filme de ação ou de terror, como preferirem... Elas saíram.... esticadinhas e não naquele formato lindo, fofinho, redondinho... Digamos que não consegui "moldar" a coisa como deve ser...

O que leva?!
- 550gr de farinha 65
- 11gr de fermento seco granulado (para pão)
- 25gr de açúcar (ou 2 colheres de sopa)
- 30gr de manteiga (ou 25gr de manteiga e 5gr de banha)
- 3 ovos
- sumo de 1 laranja + leite até chegar a um total 270gr
- 20gr aguardente

Colocar no copo da Bimby o sumo de laranja e complete com o leite até fazer um total de 270gr. Junte o sal, a manteiga e o fermento. - 3 minutos, velocidade 2, temperatura 37º.
Junte a aguardente, metade da farinha, os ovos e o açúcar. - 1 minuto, velocidade 6.
Junte a restante farinha. - 3 minutos e velocidade espiga.
Deixar levedar à volta de 1h. Como cresce muito, pode colocar a massa numa tigela untada de óleo. Tape e coloque em local ameno.
Com as mãos untadas de óleo, vá tirando pedaços de massa e estique-a suavemente até ficar mais fininha no centro. Coloque-as no óleo bem quente a fritar dos 2 lados.
Ainda quentes passe-as por açúcar.








sábado, 25 de fevereiro de 2017

Carnaval desde 2014...

Desde que a minha M. nasceu que os Carnavais têm sido mais calminhos, como é natural... Tinha ela um mês e qualquer coisa quando viveu o seu primeiro Carnaval. Vesti-a de Minnie com um fatinho que ela tinha branco e vermelho com uns folhinhos e um gorro da "Minnie" com umas orelhinhas muito fofas...
No ano seguinte, tinha ela 1 ano e ainda nem andava, vesti-a com um fato que os seus padrinhos trouxeram dos states que lhe ficava tão fofo, mas tão fofo que vocês não fazem ideia, mas eu mostro! Foi a moranguinha mais linda do "pedaço"! :P Como era ainda muito bebé, não fizemos grandes aventuras, mas fomos passear a fantasia dela lá para os lados do Pico da Pedra para ver o desfile...
O ano passado é que foi a loucura! Ela já com 2 anos e tal, a andar como uma "mulher grande" (quase!) tentamos aproveitar tudo: as festas particulares em casas de amigos, os desfiles das redondezas e até decidi fazer com ela uma batalha de balões de água contra... os carros parados lá no estacionamento onde moramos!!!! Ela achou piada a tudo! E foi aí que percebi que tenho das melhores companhias do mundo para o Carnaval! A fantasia foi a mesma do ano anterior: a moranguinha mais fofinha da zona e, desta vez uma moranguinha andante.

Foi dos Carnavais mais doces que tive!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carnaval desde 2006 e até 2014...

Foi em 2006 que reencontrei a essência do "meu" Carnaval quando encontrei a pessoa que me fazia a perna para as fantasias do Carnaval. Com o namorido e alguns amigos que também gostam tanto desta festa como eu, as coisas voltaram a ser do jeito que eu gostava. Carnaval, fantasias, alegria, muita música brasileira, muita diversão, um Carnaval que começa na sexta-feira e só termina no fim do dia de terça-feira...
Valia qualquer fantasia, mas houve uma que foi "a mais especial": de Smurfs. Foi dos Carnavais mais divertidos. Nós e um grupo de amigos decidimos fantasiar-nos de Smurfs, ou Estrunfos, como preferirem. O Carnaval começou muito antes quando começámos a preparar os fatos de cada um, quando ensaiámos o nosso "número" para o concurso de máscaras... Foi simplesmente fantástico!
Houve inclusivé direito a pintura de cara de azul, como manda o figurino. No dia seguinte ainda estávamos azuis e por esse motivo tivemos direito a um banho na Poça da Beija, quando ela ainda era gratuita!
Ainda nos fantasiamos de ciganos, de índios, de hippies, mas o ano dos Estrunfos é que foi "o ano"! :)
(só por curiosidade, eu sou a da trança loura e o namorido é o que está sentadinho à "menino Tonecas", aos meus pés...)

(ainda antes de haver filhotes! Hoje já existem mais 6, menores que 5 anos!)


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O Carnaval em Ponta Delgada e em Lisboa...

Depois de sair do Nordeste, o Carnaval já não teve o mesmo sabor. Acho que andei meio "perdida" por aí à procura de me encontrar com o verdadeiro espírito de Carnaval.
Para ajudar à festa, quando entrei para a Universidade, a época de frequências calhava exatamente no mês de fevereiro (quando normalmente é o Carnaval) o que me fazia não festejá-lo de todos, exceto os últimos 3 anos em que já não tinha frequências.
Em Lisboa, o Carnaval quase nem é sentido... é apenas mais um "feriado"... Mas sempre tinha ouvido falar bem do Carnaval de Torres Vedras e, na primeira oportunidade, foi para lá que fomos eu e alguns amigos. Aquilo é uma verdadeira folia! São milhares de pessoas todas (mesmo todas!!!) fantasiadas nas ruas até de manhã, com música de Carnaval de várias frentes, de vários bares e botequins, pessoas felizes, a sorrir... Finalmente encontrei o meu mundo carnavalesco! Nem estávamos lá muito fantasiadas... Lembro-me que eu e a minha amiga vestimos umas calças pretas, a camisa branca do traje académico, a capa do traje académico e pintamos a cara de branco com partes pretas, uma espécie de "corvo" (do filme!).... O único ponto negativo desse Carnaval foi a treta da tinta que tínhamos na cara que chateou para sair quando terminou a noite. 
Noutro ano fomos vestidos de índios e noutro de indianos... Foram Carnavais muito divertidos e um dia quero voltar ao Carnaval de Torres.
Em Ponta Delgada a tradição carnavalesca passa pelos bailes de gala um pouco por toda a cidade, sendo os do Coliseu os mais afamados e antigos e, na terça-feira, pela Batalha das Limas, às quais nunca participei. Nesse dia vários camiões carregados de sacos de plástico cheios de água (antigamente eram mesmo limas) e de várias pessoas "lutam" uns com os outros na batalha de quem leva com mais água! Eu costumo ir assistir somente... Não gosto de ficar com nódos negras...
Aos bailes de Carnaval do Coliseu cheguei a ir um ou outro ano e sempre que fui senti-me uma princesa (vale tudo: vestido novo, cabeleireiro, manicure, sapato,...)... Se ir ao coliseu é um habitué, então não é necessário vestido novo,... vamos rodando pelos que já existem... É sempre uma forma de não nos sentirmos princesas tão "falidas"... Um dia sou capaz de voltar...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O Carnaval na minha infância...

Eu adoro o Carnaval! É, se calhar, depois do Natal, a festa que mais gosto. Se calhar porque gosto também muito do Brasil e o Carnaval faz-me lembrar o Brasil... Do Carnaval confesso que já gostei mais, mas agora com a minha M. dá-me mais motivação para gostar e fazê-la gostar também. 
É a alegria que se vive nestes dias, a música brasileira que conhecemos há séculos e nos fazem ter vontade de dançar e nunca parar, a oportunidade de nos fantasiarmos do que quisermos (e do que o dinheiro permitir), é a época em que podemos dar asas à imaginação na criação de fatos novos. 
Lembro-me de em pequenina ir para os bailes de Carnaval que se faziam no Clube Desportivo de Santo António Nordestinho. Era sempre para lá que íamos. Era tão divertido! Fantasiava-me sempre e dançava a noite inteira.
Lembro-me de ir fantasiada para a escola e de achar imensa piada! Acho que a primeira vez que me fantasiei foi de coelho. Não me lembro, mas tenho uma foto bem fofinha de coelhinha na casa da minha vizinha.
Noutro ano foi de bebé e nesse ano fomos pelas casas das pessoas (uma tradição muito antiga lá da freguesia que acho que já nem se faz). As pessoas tinham de adivinhar quem estava por detrás dos disfarces. No nosso grupo era fácil identificar pelo menos 2 deles (os meus pais!!!), visto que eu ia com eles e, ao contrário deles, não tinha a minha cara tapada. 
Outro ano foi de palhaço, com um fato que a minha mãe mandou fazer. Era vermelho e tinha uns recortes em formato de flor a branco e preto. E tinha uma gola branca e preta tipo a do Pierrot. Usei esse fato muitos carnavais, quase até o fato me servir (na foto que coloco aqui no post podem ver que o fato já vai a meia perna!).
Lá pela altura do 3º ciclo a minha mãe comprou-me um fato numa loja - o meu primeiro. Nunca percebi bem aquilo o que era, se uma flor, se um sol, se um girassol. Era amarelo e vermelho (em cores muito vivas) e tinha um chapéu que parecia ser um sol, mas também podia ser um girassol, ou outra flor qualquer... Bom a verdade é que também esse vesti anos seguidos afins, mas não tenho nenhuma foto, por incrível que pareça!!!

No Nordeste, mesmo na altura, os únicos desfiles que haviam eram os que eram organizados pelas escolas, pelo que só enquanto estava na escola primária é que participava. Hoje é que já existem os desfiles em grande. Bom é realizado apenas um na vila num dos dias (acho eu!) e engloba as freguesias todas do concelho. É uma coisa mesmo de valor...
Na altura e acho que agora também, o Carnaval vive-se mais nos bailes!... Lá ia a freguesia quase inteira para os bailes do clube! Apesar das pessoas todas não aderirem à fantasia, eu e mais meia dúzia (que por acaso eram todas da mesma família e cujo espírito de união e festivo aprecio ainda hoje) é que alinhávamos na brincadeira... Apesar de sermos pouquinhos éramos felizes e divertíamo-nos à brava!
Obrigada por terem o tal espírito!
Vivam o Carnaval em pleno, pois o Carnaval é uma festa!...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Quase que morria com 500 metros...

A ideia era ir ao Poço Azul na Achadinha, mas dada a hora tardia que saímos de casa, ficámo-nos mesmo pelas ruínas de um tanque qualquer no Porto Formoso... Era eu, ele e a "piquinota"... Eu não sabia para o que ia, até começar a ver aquilo a descer cada vez mais... aí comecei a ver a minha vidinha a andar para trás... Lá fomos nós em direção ao mar, literalmente... Começaram a aparecer escadas e mais escadas, daquelas bastante irregulares. Ela de mãozinha dada comigo e eu só a pensar "onde nos vamos meter?!"... Depois de umas 50 escadas, lá vinham mais 50... e eu só pensava "Meu Deus, como vamos subir isto tudo com ela?!"... Mas fomos até ao fim.... Quem estava a contar ver o Poço Azul e vai de encontro àquela ruína, com água a borbulhar, mas sem aquecer a água e, com ela literalmente porquinha, só chega à brilhante conclusão "Devia ter ficado em casa vendo um filme ou a brincar com ela!!! Teria sido bem melhor!!!"...
Havia uma casa também em ruína, supostamente as Termas de antigamente, e mais abaixo, junto ao calhau, aquele tanque em ruína cheio de água suja a borbulhar... Imagino que aquele sítio foi em tempos muito frequentado (e o caminho para lá chegar devia ser ainda pior! Houvesse vontade!!!), mas hoje achei uma zona completamente entregue ao seu próprio destino... As imagens vistas cá de cima, sobre o mar, são efetivamente bem mais bonitas!...
Ainda bem que não estava sol, se não acho que preferia ter ficado mesmo lá em baixo... São os 500 metros mais bem mal medidos que já conheci na minha vida!

Chegou a hora de subir... Ai meu Deus que eu morro... As primeiras escadas foram subidas pelos nossos 6 pezinhos... mas logo, logo, a minha M. disse estar muitoooooo cansada e que queria ir nas cavalitas da mãe!!!!!!! WHAT?! Não sei como consegui... fui praticamente com ela às cavalitas desde o tanque até à casa das termas... a sensação que eu tinha era que já nem sentia as pernas, estava simplesmente a levitar por aquelas escadas acima... Atenção... foram apenas uns míseros 50 a 100 metros de escadas (não sou bem boa em contas, mas era mais ou menos isso!)... o pai levou os restantes metros que faltaram... Foi, sem dúvida, um herói! Nem sei como conseguiu!...

Quando chegamos ao carro nem queria acreditar!!!


Isto era o que queria ter ido ver... Lindo, não?!


Mas não!!! Isto foi o que vi:
- o tanque de água super suja a borbulhar...

- aproveitamos o tempo lá em baixo para descansar (claro!), tirar umas fotos e também tirar algumas porcarias da água...

- a casa das termas completamente entregue ao seu destino...

- o árduo caminho para subir...
(a foto à direita só aconteceu no início da subida!!!)

Digam lá se a vista cá de cima não é a mais bonita?! Com dia solarento deve ser ainda mais bonito!







segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Desafio 52 semanas #08: Os melhores filmes infantis que já assisti...

Esta semana o desafio é o de dizer quais os filmes infantis que mais gostei de ver... Este aqui é difícil para mim, porque normalmente gosto muito de filmes infantis, de desenhos animados e, em alguns sou mesmo capaz de chorar!

Posso dizer que gostei mesmo muito dos seguintes (além dos filmes da Cinderela, e Branca de Neve e Patinho Feio, e Dumbo, e Bela Adormecida, os 3 Porquinhos, o Corcunda de Notre Damme, a Bela e o Monstro,...):

- Rio (qualquer um)

- Rei Leão

- Pocahontas

- Madagáscar (qualquer um)


- A Idade do Gelo

- Mas o filme que mais me recordo da minha infância de ter visto tantas, mas tantas vezes junto com o meu irmão que até hoje me recordo de alguns pormenores foi o filme chamado "A menina e o Porquino", mas que eu sempre chamei de "Aranha Carlota". Foi o primeiro filme que eu chorei de verdade todas as vezes que o vi...



Ainda há filmes que estou inquieta para ver e tenho a certeza de que vou adorar:

- Sammy: a grande fuga.


- Happy feet: o pinguim

- Zootopia

- E este "Pets - a vida secreta dos bichos"



domingo, 19 de fevereiro de 2017

Bolo de chocolate

Este bolinho de chocolate é um bolo seco e o namorido gosta de comê-lo com leite... Foi o que fiz este ano pelo seu aniversário.

Ingredientes:
1/2 pacote de manteiga
2 chávenas de açúcar
3 gemas
2 chávenas de farinha 
1/2 chávena de cacau 
1 colher de chá de fermento.
1 chávena de leite
3 claras batidas em castelo

Como fiz:
- coloquei na Bimby a manteiga e o açúcar e à velocidade 2 foi mexendo até formar um creme branquinho;
- adicionei as 3 gemas e deixei a bimby a mexer a massa mais um tempo, à mesma velocidade;
(entretanto misturei a farinha com o cacau e o fermento num recipiente)
- com a bimby sempre a trabalhar à velocidade 2/3 fui colocanto alternadamente o leite com a mistura de farinha/cacau/fermento.
- quando estava bem misturado, coloquei a massa num recipiente, onde depois envolvi as claras batidas em castelo no SpeedyChef da Tupperware (o melhor que há!).

Para a cobertura, fiz algo muito simples:
- coloquei na Bimby uma lata de leite condensado e uma tablete de chocolate e na temperatura 37º/50º e velocidade colher até derreter o chocolate.

Ficou assim:


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Adotei novo método...

O que mais me enerva são pessoas miudinhas, chatinhas, que não têm que fazer... Nós até nos esforçamos, nós até tentamos estar atentos ao mais ínfimo pormenor, mas depois das duas opções acontece uma:
1ª ou a pessoa responde a "apontar" o erro que cometemos com o conhecimento de metade da população do planeta, mesmo que não tenha nada a ver com aquele assunto;
2ª ou a pessoa fecha-se na sua concha e cala-se num primeiro momento. Depois quando o projeto que organizamos sai para a rua, lembram-se de dizer que nós não dissemos que era daquela forma, que não os informamos que tinha mudado,... Pergunto-me: porque raio não perguntaram?!

Chateia-me o facto das pessoas não se quererem chegar à frente. De fazerem os outros passarem por tolos, de complicarem o que podia ser tão simples,...

Há pouco tempo uma situação muito chata aconteceu que me deixou muito, mesmo muito triste, tão triste que decidi não me deixar abater por causa disso e, como costumam dizer, "deixar andar como eles quiserem"... Querem para a direita?! É para lá que eu vou! Afinal é para a esquerda?! Ok, já estou a caminhar para lá... sem stress, sem problema...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Se eles soubessem disto, se calhar abriam a pestana!...

Outro dia fui ao talho... Estavam 2 pessoas do sexo feminino a atender os clientes: uma pelos seus 50 anos e outra com os seus 20 e alguns anos, se calhar 25/26.
Enquanto esperava a minha vez ouvia a conversa do cliente que estava a ser atendido pela mais nova. Ele conversava com a senhora com mais idade. Esta perguntou-lhe se ele ia cozinhar a carninha que estava a comprar numa jantarada com os amigos ou para a esposa. Ele responde que não cozinha. Que se calhar cozinha 1x em... 10 anos... E às vezes nem isso... A senhora conclui: "quando se tem quem nos faça as coisas temos a coisa facilitada"... E ele diz "Nada disso! Eu também faço muito por ela: saio de casa para trabalhar às 6h e chego à meia-noite.". Ah, importante dizer que, enquanto esta conversa desenrolava, ele ia mandando, com uma grande lata (!!!), umas boquinhas todo cheio de charme para a moça que o estava a atender!!!

Ora bem... tenho umas conclusões sobre este episódio que gostava de deixar aqui:
- não sei se a mulher dele trabalha fora de casa ou não... se trabalhar, imagino que além de trabalhar fora ainda tem a vida de casa toda para fazer... sozinha (!!!), enquanto ele está a trabalhar fora das 6h à meia noite (e a mandar piropos entretanto!! Isto sim é uma faltinha de respeito pelo trabalho da mulher!)...

- se está todo o santo dia a "trabalhar" não o faz para a esposa e sim PARA OS DOIS! Isto devia ser óbvio! Por isso era bom que não se "escondesse" debaixo da capa da mulher, arranjando desculpas para não ajudar a mulher em casa. Se calhar, se ele questionasse a esposa se ela preferia tê-lo mais tempo em casa ou a trabalhar "para ela" fora, ela preferisse estar mais tempo com ele em casa!

- até consigo imaginar a mulher toda atarefada com as lides domésticas e ele refastelado no sofá como se fosse o "Master Man", pois ele não pode ajudá-la... está muito cansado de "trabalhar fora de casa das 6h à meia-noite por causa dela"!!! Pffff....

Se ele trabalha, ela também trabalha fora ou dentro de casa! Trabalhar dentro de casa, nas lides domésticas, também é trabalho e cansa (muitoooo!)! Ele trabalha (óbvio) para a família. Mas ela também! 
Sinceramente não vejo onde está a diferença nisso! E, a partir do momento em que as mulheres se emanciparam na sociedade, está a ficar cada vez mais difícil aceitar mentalidades masculinas como esta! Depois admiram-se que os divórcios/separações aconteçam! Colaborar nas lides domésticas não deve ser visto como obrigação e sim como um trabalho de equipa a bem da saúde da relação!... Até porque é bem giro ver a interajuda de um casal numa casa. 

E um homem fica tãooooo sexy de avental ou a aspirar a casa ou a fazer qualquer outra coisa em casa sem ser estar deitado no sofá!! Oh se eles soubessem o quanto ficam giros...


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Foco, persistência e determinação!

Hoje vou iniciar uma nova fase da minha vida. 
Sinto-me fraca psicologicamente e preciso de uma mudança na minha vida que aconteça "ontem". Não sou a pessoa forte que muitas vezes aparento ser e que muitos de vós pensam que eu sou. Pelo menos não me sinto assim e, muito menos forte me sinto com a rotina de vida que levo no meu dia-a-dia. Quero ser forte novamente! Quero gostar mais de mim! Quero que a minha filha, o meu marido, a minha família olhem para mim com orgulho na pessoa que sou e na figura que vêem. Vejam em mim uma pessoa determinada, que alcança os objetivos a que se propõe. Que vejam em mim uma pessoa feliz e segura de si... Neste momento não me sinto assim e acho que esta mudança que inicio hoje pode ajudar em muito a ser tudo aquilo que quero ser para quem me é próximo e para quem eu amo...

Dentro de mim existe um turbilhão de medos, incertezas, receios,... sei que vai ser difícil a minha caminhada, mas espero sair vitoriosa... Os primeiros tempos vão ser complicados (muito complicados!). Isto será uma espécie de um processo de desintoxicação e, no início será mais complicado gerir (tenho de manter o foco e não me posso abandonar!), mas passando essa fase com resultados positivos, tudo vai melhorando devagarinho... Dizem que o tempo ajuda e espero que devagarinho possa chegar à minha meta...

Será um reaprender a viver para ser feliz num futuro não muito longínquo...
Que Deus me ajude a vencer!

Ainda sobre o último dia de Amigas...

Hoje é dia dos compadres nos Açores, e tal como nas últimas 2 quintas-feiras alguns homens (compadres ou não) juntam-se para mais um momento de confraternização. Esta tradição começa a preparar o espírito (e o fígado) para o Carnaval, que já vem mais próximo...
Quinta-feira passada foi dia das Amigas, como referi aqui. Foi um dia interessante! No meu trabalho nós, as meninas da sala, decidimos não ir almoçar fora juntas. Mas não podíamos deixar este dia passar em branco (como é óbvio!), então decidimos trazer cada uma algo feito por nós. O resultado foi um dia inteiro de bons petiscos à nossa inteira disposição. Claro que os meninos da sala também participaram no "petiscar"!!!
Além do que trouxemos, tivemos direito a uma malassada oferecida (meio à força!) pelos nossos meninos. São uns queridos! :P
O resultado do dia foi fantástico. Ora vejam...

Nesse dia o almoço foi dedicado às 2 melhores amigas do Meu Mundo, pois de outra forma não faria sentido...!




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Peso descomunal às costas...

Lembro-me que quando era pequenina, quando entrei para o 5º ano, a minha mãe ajudou-me a organizar os meus cadernos para a nova escola. Ia ter 10 disciplinas e, se bem me recordo, só em 2 não tinha livros. Para não levar com uma falta de material escolar (eu sempre fui muito aplicadinha, principalmente nos primeiros anos de escola!), lá ia eu com uma mochila que parecia uma saca de batatas para carregar. Na altura não haviam cacifos e nem sítios onde pudéssemos deixar os livros para o dia seguinte. Além disso, como era habitual, todos os dias haviam trabalhos para casa, por isso mesmo que houvessem cacifos, não dava para deixar os livros atrás...
Eu sobrevivi, é certo! Mas, se calhar, se tivesse tido menos peso nas costas (eu e muitas outras crianças, se calhar mais fraquinhas e pequeninas que eu - sempre fui uma rapariguinha grada!), possivelmente elas estariam com mais saúde!

Por outro lado, já estive na pele dos professores, pela altura do meu ano de estágio, na Escola Secundária José Saramago, em Mafra e, perante o vasto programa que os professores têm de dar aos alunos, os trabalhos de casa são quase como uma obrigação diária (eu, como professora de Português, sentia mesmo necessidade de enviar TPC para que os meus alunos pudessem exercitar o que tinham aprendido!!), por isso era mesmo necessário o livro, o caderno, e todo o material que fosse necessário. Eu fui uma das que contribuiu para o peso na mochila dos meus alunos...

Hoje, como mãe, não vou ficar feliz por ver a minha minorquinha a transportar 10kg de mochila para a escola. Possivelmente, sempre que me fosse possível, vou ser eu a carregar a mochila dela, como hoje o faço, mesmo sem ela estar ainda na escola (sempre tem alguma coisa para levar: roupa, brinquedos, comida...).

Acho que a solução para diminuir o peso das mochilas dos alunos passa por diminuírem o programa escolar e por simplificarem a aprendizagem, de forma a que não seja necessário o envio dos TPC todos os dias (sei que às vezes tem mesmo de ser e é uma forma dos alunos continuarem a aprender!)... Há anos letivos bastante puxados e complicados, transformando a vida escolar dos alunos num verdadeiro tormento para eles (e para os pais - aqueles que se interessam, claro!)... Além de que depois da escola ainda têm os "hobbies" para que as crianças possam estar ocupadas... Já não há o "tempo de não fazer nada" pois os pais têm de trabalhar e não podem ficar "sem fazer nada" junto com os seus filhos, então têm de mandá-los terem aulas ou treinos disto e daquilo para não correrem o risco deles ficarem sozinhos (porque não têm com quem deixá-los!)!... Ora este tema daria um novo post para este blog.... quem sabe um dia destes?!

Hoje soube que existia uma petição contra o peso nas mochilas das crianças, esta aqui, que espero que todos vós assinem (não é só ler o que escrevo, também têm de colaborar com alguma coisinha!), para que esta petição chegue ao Parlamento e eles possam votar a favor da diminuição do peso das mochilas, a bem da saúde infantil. Se concordas, vota por favor...! :)

É que se esta lei se mantiver, a minha M. vai ter uma  mochila com rodinhas, tipo mala de viagem...





terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Hoje não é só dia dos namorados...

... é também o dia em que nasceu uma das pessoas mais fantásticas do Meu Mundo. 

Não a conheço desde sempre, mas desde que a conheço sempre senti nela uma entrega desigual à amizade que temos vindo a construir ao longo dos tempos. Não nos vemos tantas vezes como gostaríamos, pois vivemos longe uma da outra e quando chegam os nossos filhos à nossa vida, a nossa disponibilidade é outra. Compreensível! Cada vez mais creio que a amizade verdadeira não acontece porque a outra pessoa está perto (às vezes ajuda, é certo!), mas quando é verdadeira, mesmo longe, a amizade sente-se e vive-se. Em relação à nossa nunca tive dúvidas. Mesmo longe somos amigas e companheiras.
Gina, que este teu dia se repita muitas e muitas vezes e que possas comemorá-lo sempre com muita saúde e alegria junto da família que estás a construir...

Gosto mesmo muitoooooooooooo de ti!... Parabéns lindona!

Muito L.O.V.E.

Hoje é o dia dos namorados... bahhhh que tédio!
Contrariamente daquilo que podem pensar ou imaginar aqui da minha pessoa, assumidamente româtica, este é um dia que não me diz nada, completamente! Apesar de ser a maior romântica que alguma vez possam conhecer na face da terra, este não é o dia em que me vêem por aí cheia de corações e flores e rococós diversos... Este é o dia em que simplesmente vivo, tal como todos os restantes dias do ano...

Se gosto de ser mimada?! Gosto. Muito.
Se gosto de receber flores?! Gosto. Muito.
Se gosto de receber chocolates ou uma prenda alusiva ao dia?! Sim. Gosto (e normalmente vale sempre um miminho!). 
Se gosto de ir jantar fora neste dia?! Nunca fui e imagino que, se algum dia fosse, não ia gostar lá muito... Imaginem só um restaurante pilhado de casais no alto romance (isto sou eu a imaginar que é mesmo assim que acontece, porque eu nem faço ideia como é!) e nós (eu e ele) sermos apenas "mais um" para a estatística do restaurante desse dia... Bahhh não! Gosto muito mais de algo mais íntimo, mais simples (e mais económico também!)... Afinal este é apenas 1 dia, quando devíamos ser namorados sempre que nos apetecesse (que devia ser TODOS os dias!) casados ou não...

Um recuerdo de quando ainda éramos namorados...

Apesar de não gostar deste dia, não deixo de desejar muito L.O.V.E. para todos os meus leitores e amigos neste e nos restantes 365 dias do ano... Falta muito A.M.O.R. por aí... Amem-se "fáxavor"!...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Desafio 52 semanas #07: Eu sempre...

O desafio desta semana é um bocadinho complicado porque normalmente há coisas que não fazemos sempre, ou desde sempre. Há coisas que só fazemos sempre de um tempo para cá... De qualquer forma vou falar-vos do meu sempre da atualidade.

- Eu sempre tenho o meu telemóvel sem som.
Uso-o no modo vibratório. Ganhei esse hábito há uns tempos e hoje em dia é muito raro o momento que ligo o som. Andar no liga/desliga é complicado todo o dia!

- Eu sempre me emociono quando as pessoas superam as minhas expetativas.
Hoje em dia já não espero muita coisa das pessoas, por isso quando sou surpreendida pela positiva, emociono-me sempre.

- Eu sempre dou um beijinho de bom dia e de boa noite à minha filha.
Também o dou ao meu marido quando estou acordada à hora que chega, e também dou aos meus pais e irmão/cunhada sempre que os vejo de manhã ou vou embora para casa. É um hábito que foi passado dos meus pais para mim e para o meu irmão e que eu quero passar à minha filha. Não sabemos o dia de amanhã...

- Eu sempre tenho fotos na minha secretária no trabalho e na minha casa de pessoas especiais.
Gosto de fotografias, de poder ter a carinha dos que amo ali a um palmo de mim, de poder ver e rever sorrisos e momentos bons! O que é a vida se não forem as recordações boas que temos?!

- Eu sempre digo "Bom dia" quando chego ao trabalho.
Faz parte da boa educação e por mais rabugentos que estejamos temos de fazer esse esforço.

- Eu sempre meto o som em números pares.
Já fui mais pegada com isso, mas sempre que me apercebo que por exemplo o volume do carro está a 11, mudo para 10 ou para 12. É verdade... Cada um com a sua pancada...

- Eu sempre me emociono em filmes, telenovelas, séries que puxam ao sentimento e às vezes pode ser mesmo uma coisa tola.
Isso no passado não era assim, mas hoje em dia sou uma Maria Chorona. Tanto mandei vir com a minha prima e com a minha tuna que andavam sempre a chorar e tal e hoje eu sou exatamente igual a elas! Toma lá Vera para abrires a pestana! Acreditem ou não, mas eu já chorei a ver um episódio da Patrulha Pata!!! Ao ponto que isto já chegou!...

- Eu sempre quis conhecer o Brasil.
Sempre foi a minha top viagem de sonho (tenho outras!). Já lá fui, graças aos meus pais. Adorei e espero um dia poder voltar e ver com mais tempo aquilo que vi e aquilo que ainda não vi.

- Eu sempre estarei do lado da minha família.
Qualquer que seja a situação, o momento, o dia, a hora,... Não há nada mais importante na minha vida do que a minha família e por ela dou e faço tudo...

domingo, 12 de fevereiro de 2017

A comida que ele mais gosta...

Apesar do namorido não ligar muito a datas comemorativas ao contrário de mim, eu acho que devemos sempre festejar o dia que nascemos, por mínima que seja a manifestação. É dia de acordarmos de sorriso na cara e de encararmos o dia de peito aberto, de fazermos alguma coisa que gostamos, nem que seja uma refeição com aquilo que mais gostamos... 

O mês de janeiro terminou com o aniversário do namorido. Não fizemos nada de especial no seu dia, até porque calhou numa terça-feira e, no dia seguinte era dia de trabalho. Mas quis preparar-lhe a refeição que mais gosta: bife à regional e para finalizar um bolinho de chocolate.

Deixo aqui como fiz o bife à regional:

- aqueci um pouco de óleo numa frigideira anti-aderente. Coloquei os bifes e cozinhei-os ao gosto de cada um. À medida que os ia virando, coloquei sal e pimenta preta para temperá-los;
- juntei alho laminado e uma folha de louro;
- reguei com com vinho branco e deixei evaporar um bocadinho.
- retirei os bifes para um prato para não ficarem demasiado cozidos;
- depois adicionei umas tiras de pimento de curtume;
- incorporei um bocadinho de manteiga e mexi até obter um molho cremoso e brilhante, sem deixar ferver;
- coloquei os bifes em cada prato, regando com o molho da frigideira.

Servi de imediato, acompanhando com arroz e um ovo estrelado.
Muito bom, mas não é refeição para se fazer todos os dias!


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Ela continua a cantar para adormecer...

Já disse aqui que a minha M., desde pequenina, sempre fez sons para adormecer. Só mais tarde percebi que era ela a cantar... 
Hoje em dia há dias que ela não canta para adormecer, mas há outros que ainda canta e, acreditem, ela adormece mesmo rápido quando canta...
Aqui está ela a cantar...
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(nesta primeira está ainda bem desperta...)


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(aqui já estava quase, quase a adormecer...)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Quero que ele morra JÁ!

Às vezes a vida é tão injusta, tão má, tão madrasta...
Um dia estamos bem e no dia seguinte estamos mal, sentimo-nos à beira do abismo. Naquelas linhas únicas dos trapezistas: ou consegues chegar ao outro lado ou desequilibras-te e cais e tudo se acaba. Tudo piora e parece mais negro quando existem seres pequeninos que dependem de nós, que sem nós sobrevivem, mas que não será a mesma coisa. Eles precisam mesmo de nós. Nós fazemos realmente a diferença na vida e no futuro deles. É por eles que temos de enfrentar a linha de trapézio e chegar ao outro lado. É por eles (e por nós!) que temos de erguer a cabeça e ir à luta com um único objetivo: vencer! Não há outra alternativa! Não há outro caminho que não seja este. E aquele intruso, aquele demónio, aquele bicho vai morrer, tem de morrer!

Às vezes penso onde estão esses maravilhosos cientistas portugueses (ou de outros países) que tanto descobrem, que tanto inventam, que ainda não inventaram uma fórmula mágica para vencer esse maldito bicho sem tanta dor e sofrimento?! Onde estão eles, meu Deus?! Onde estão esses cérebros maravilhosos?! Cadê a poção mágica que devemos tomar para aniquilar esse bicho de uma vez por todas sem recorrermos a terapias que nos lixam o organismo para poder lixar o bicho?! Porque não ataca SÓ o bicho?! Porque temos de levar por tabela?! Porque a nossa família tem de levar por tabela?!

Aquelas pessoas que lutam dias, meses, alguns anos inteiros contra um bicho que nos mata por dentro são, para mim, uns verdadeiros guerreiros, são heróis, daqueles das histórias de encantar que salvam um reino inteiro. Merecem a minha admiração profunda e deviam merecer a admiração de todo o mundo. Não é fácil. Não é, de todo! Mas não é impossível! Não é mesmo! E vencer o bicho deve dar um gostinho de "eu consegui" que imagino seja das melhores sensações que existem no mundo! É por esse momento de glória, é pelos nossos filhos, é por nós, pela nossa vida que devemos lutar com todas as nossas forças contra aquele maldito que ousou entrar em nós sem a nossa permissão!

Para quem já lutou contra ele esta é a minha mensagem de super fã: admiro-vos MUITO!

Para quem está a lutar contra ele (não importa há quanto tempo!) e para quem ainda vai iniciar a sua luta: não desistam nunca, mesmo quando sentirem que não têm forças. Vocês têm forças sim, elas estão aí! Concentrem-se naquilo que mais amam na vida (a vossa força está aí!) e, por favor, LUTEM! 50% da cura está em nós!...




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Feliz dia das minhas AmigAs

Hoje nos Açores festeja-se o dia das Amigas.
Tradicionalmente as 4 quintas-feiras antes do Carnaval têm um tema. A primeira, que foi a semana passada, foi dos amigos (falei disto aqui!), hoje é das amigas, para a semana é dos compadres e por último o dia das comadres. É uma tradição gira que, segundo sei, não se vê em mais lugar nenhum do planeta, mas eu, pessoalmente deixei de gostar de sair neste dia. Primeiro porque calha sempre numa quinta-feira (e à sexta-feira trabalho sempre) e depois porque neste dia saem a maioria das mulheres da ilha e, muitas delas parece que nunca saíram na vida a não ser naquele dia do ano, então acham por bem fazerem todo o tipo de figuras tristes que possam imaginar, desde gritos histéricos, até ao que a vossa imaginação vos possa levar (prefiro não entrar em detalhes!)...

Na verdade, desde que a minha filha nasceu nunca mais festejei este dia (até porque fico bem acompanhada pela minha melhor amiga pequenina), mas o que habitualmente fazia era ir jantar fora com a minha melhor amiga (a minha mãe!) e segundas melhores amigas. O ir jantar fora não implicava ser num restaurante, podia ser na casa de umas e de outras, por isso tudo valia. Sempre foi muito divertido e nunca, em nenhum momento, me arrependi de ter festejado este dia com elas... Nunca fizemos figuras muito tristes (e se fizemos, estávamos só nós numa casa particular!) e, acima de tudo, houve muito boa disposição e alegria... Amizade também é isto: podermos festejar quando nos dá na cabeça e, acima de tudo, estarmos juntas!...

Gosto muito de vocês, mesmooooooo (e juro que não é só no dia de hoje!)...
 

Pronto, vá, para não dizerem que sou mázinha, para aquelas amigas que vão sair, apesar da visão até ser simpática (e tudo e tudo e tudo), espero que estes meninos (de verdade!) não vos mandem parar na rua... Mas aqueles que estiverem fantasiados (mesmo), podem fazer-vos um STOP! :)


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Tag: o meu animal de estimação

Decidi fazer este tag por causa da minha amiga que, infelizmente viu-se na situação muito triste de ter de dar o seu gato (conheça a história do Acácio aqui e aqui). Espero conseguir ajudá-la nesta causa (estou a trabalhar nisso queria!). Vi o tag que ela fez sobre o Acácio e eu fiquei cheia de saudades do meu bichano...
C. quero dizer-te que compreendo o que possas estar a sentir. Graças a Deus nunca tive de tomar uma decisão como essa, mas infelizmente tive de tomar a decisão de dizer adeus ao meu gato, por o seu veterinário (e meu grande amigo) não garantir qualidade de vida para ele... uma história também muito triste. Nem imaginas as saudades imensas que tenho dele... (se calhar até imaginas, mas pronto!)
Bom, neste momento os únicos animais de estimação que tenho em casa são 2 tartarugas (o Cupido e a Carlota) e 1 peixe (que é o Pintas). Na casa dos meus pais, apenas resta 1 cão (o Kiko), que infelizmente também já está muito velhinho... Não vou falar deles aqui. Vou falar sobre o meu gato, aquele que foi o meu primeiro gato e o primeiro é sempre muito especial e este foi mesmo muito especial e ainda o é, apesar dele já não estar entre nós...

1- Qual é o nome do seu animal de estimação?
Shooby. Nome escolhido por mim. Antes de tê-lo já sabia que o ia chamar assim...

2- Qual é a espécie e a raça dele?
O nome científico é "Europeu comum", mas traduz-se em rafeiro mesmo, sem pedigree, mas um tigre em ponto pequenino: amarelo.

3- Qual a idade?
Viveu comigo 11 maravilhosos anos.

4- Como o adquiriu?
Quando estive no Canadá, em casa dos meus tios, durante as férias, resgatei um gatinho bebé da rua, em segredo, que era amarelo tigrado. Queria trazê-lo para cá, mas os meus pais não deixaram. Ficou com um dos meus primos. Aquele gatinho nunca me saiu da cabeça.
Anos depois, um dia fui ao Colombo, em Lisboa, e era sempre obrigatória a paragem na loja de animais para distribuir umas festinhas pelos animais que lá estivessem. Uma das vendedoras tinha no colo um gatinho muito parecido àquele do Canadá. Queria ficar com ele, mas já tinha dono. No entanto, a rapariga disse-me que tinha um anúncio lá na loja de gatinhos tigrados para dar em Casal de Cambra. Liguei para a dona dos gatinhos e combinamos encontrarmo-nos. Ela veio com 3 gatinhos tigrados que só no dia seguinte fariam 1 mês. O Shooby era o único que tinha as 4 patinhas brancas, como se estivesse a usar pantufas. Escolhi-o a ele por isso e por ter sido o primeiro a chegar-se para mim.

5- O que ele mais gosta de comer?
Ele sempre foi boa boca. Comia tudo o que lhe dessem e por isso mesmo tinha sempre medo quando ia para o quintal dos vizinhos. Não fossem eles por veneno de ratos e ele fosse lá petiscar qualquer coisinha... Graças a Deus os vizinhos dos meus pais avisavam sempre quando o faziam...
As comidas que ele mais adorava, mesmo à loucura, daquelas que só ao sentir o cheiro vinha ele, estivesse onde estivesse, a correr fazendo gemidos engraçados era fiambre, camarão e melão/meloa (e acreditem, ele comia melão/meloa como uma pessoa!!!)

6- Há quanto tempo tem o seu animal de estimação?
Tive-o durante 11 anos e, se não tivesse levado a vacina contra a raiva que levou quando era bebé numa clínica no continente (porque como eu viajava com ele diziam ser necessário!!!! Nós só íamos para as ilhas do território português! Não íamos para África!!!), poderia muito bem estar ainda connosco, já muito velhinhoooo...

7- O que ele faz que é muito engraçado/fofo?
Ele sempre foi muito engraçado... Vou contar algumas coisas que ele fazia que sempre achei engraçado:
- Ele a comer melão/meloa ficava muito engraçado, porque eu cortava-lhe fatias e segurava-as e ele ia trincando o melão às dentadinhas e viam-se as marcas dos seus pequenos dentes da frente... 
- A comer camarão também era giro, porque mal ele sentisse o cheiro, vinha logo para o nosso colo (coisa que muito raramente fazia) e ponha a sua pequena cabeça entre as nossas mãos (a descascar o camarão) e a mesa a ver se lhe calhava algo.
- Também era muito engraçado quando andava comigo de carro, quando vivíamos em Lisboa. Ponha as patas de trás no banco de trás e as patas da frente atrás do meu banco e ia sentindo o vento da minha janela, como se fosse um cão. Em dias de muito sol até metia a língua de fora (!!!!). Às vezes também ia na parte de trás do carro deitado como um peluche ou à frente em cima do tabliê (safou-me de algumas paragens de STOP da PSP com esses "pequenos truques", porque os senhores agentes achavam piada!).
- Ele não podia ver um elástico de cabelo ou um saco dobrado abandonado... o elástico nunca mais ninguém o via... quanto ao saco, ele só parava quando o conseguia desdobrar... 
- Ele adorava brincar com um papel amassado ou com a ponta da caneta enquanto eu escrevia... Ah e também adorava por-se exatamente em cima do livro que estava a ler ou em cima do ecran do computador (hoje com os plasmas seria mais difícil), ou em cima dos carros...
- Ele era bastante paciente, principalmente quando me dava aqueles ataques de o apertar tanto de tanto amor e ele simplesmente gemia e respirava fundo...
- De manhã era um chato. Quando ele via a luz do dia ou ouvia algum despertador tocar ele já sabia que era a hora de comer, então descia as escadas às corridas e, se via que não vinha ninguém atrás dele, voltava a subir (sempre a altas velocidades) e andava de roda das pernas a miar como um esfomeado, até descermos as escadas e lhe darmos comida... Esta era a parte mais chata dele...

8- Como é a sua relação com o seu animal de estimação?
Era a melhor possível. Apesar dele não gostar lá muito de colo (só o aceitava quando viajava comigo de avião por simpatia dos, agora, meus colegas de bordo, ou quando comíamos camarão), era um gato bastante companheiro. Era um gato que nunca me deixava sozinha. Para qualquer sítio onde eu fosse, inclusive para a casa de banho, lá ia ele e deitava-se ali aos meus pés à espera. 
Se ele sentisse que eu estava triste, em vez de dormir aos meus pés, como fazia sempre (e que bom que era), dormia ali na zona da minha barriga, para eu o sentir mais perto. E às vezes até começava a dar-me beijinhos... 
Ele era no fundo uma espécie rara de cão, pois além do facto dele saber andar de trela (fruto de andarmos pouco a pouco em aeroportos, não fosse ele fugir) e andar de carro como se vêem os cães andar, ele também vinha quando eu o chamava pelo nome ou apenas a estalar os dedos (às vezes ele lembrava-se que era um gato e era preciso chocalhar a comida dele!).

9- Situação engraçada que aconteceu entre vocês.
Tantas... Em 11 anos tivemos algumas situações caricatas.
- Logo no primeiro dia que o fui buscar, fui com ele, dentro da algibeira do meu casaco, ele era mesmo pequenino, do tamanho da palma da minha mão, jantar ao MacDonalds do Bairro Alto com uns amigos. Ele manteve-se sempre sossegadinho, acreditem ou não.
- Tantas vezes levei-o para o Colombo, dentro um casaco de malha cor-de-laranja que eu tinha e que tinha um fecho na frente (no início ficava na algibeira, depois quando cresceu, ia na zona da barriga - as pessoas pensavam que eu estava grávida! Depois cresceu tanto que passou a ficar no carro... lol).
- Sempre que ia viajar ponha-lhe a trela que lhe comprei para ele estar à sua vontade (q.b.) pelo aeroporto. Normalmente ou ia ao lado do carrinho das malas, ou então sentava-se em cima das malas e ia lá todo esguio como um rei. As pessoas admiravam um gato saber andar de trela... Ele sabia porque o "treinei" nos passeios que dávamos no jardim, para ele se habituar à trela e aos barulhos da rua, sem se assustar. E porque os passeios de domingo/sábado eram passeios de família e ele era efetivamente a minha família.
Quando vivia em Mafra, a minha senhoria tinha muitos animais, entre cães, gato, coelhos, pássaros,... Quando chegava a casa, em dias de bom tempo, como a minha casa dava para um pinhal, deixava a porta aberta para entrar ar e ele poder sair caso quisesse. Os cães da minha senhoria quando viam o meu carro chegar vinham logo ter comigo pois costumava dar-lhes bolachinhas quando tinha em casa. O Shooby ponha-se sentado à porta, tipo cão a defender a sua casa, para eles não entrarem...


10- Alguns apelidos/nomes que chama o seu animal de estimação.
Chamava-lhe muita vez de "Carrinho de choque", pois por vezes ele andava todo esticadinho e a ponta da cauda ficava sempre virada, semelhante ao carrinho de choque. Outras vezes chamava-lhe "Fofinho" ou "Meu peluche", porque apesar dele ser "rafeiro" tinha um pelo bem macio e apesar de curto, era mais felpudinho ali na zona da barriga e peito... Muito fofinho mesmo....


Tantas saudades que eu tenho do meu Shooby...





 



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A primeira ida à Pediatra foi catastrófica!

Recordo que a primeira vez que fui à pediatra com a minha filha as coisas não correram como eu imaginei...
Tinha a minha M. 1 mês e, depois de lhe despir chorou tanto (mesmo tantooooo!), durante todo o resto da consulta que a pediatra falava, mas eu não conseguia prestar a atenção devida ao que ela dizia, pois tentava acalmar a "nica de gente" que tinha nos meus braços... Piorou porque a pediatra na altura disse que ela teria um feitiozinho daqueles, que teria de fazer algo para "endireitar a fera" e deu-me umas dicas...
Quando saí de lá estava completamente arrasada pensando que era uma má mãe... Nos primeiros dias (2 dias máximo!) após a consulta, ainda dei ouvidos e tornei-me numa mãe mais rígida. Não lhe dava colo tanto como dantes, deixei-a chorar no berço para adormecer sozinha, se adormecia a mamar, acordava-a para voltar a adormecer sozinha no berço (óbvio que nunca resultou lá muito bem!)... Tinha o meu coração tão pequenino que não fazem ideia... Comecei a ser uma pessoa triste, amargurada... Até que disse para mim mesma "Basta! Eu não quero ser esta mãe para ela! Não foi isto que eu sonhei para ela e para mim..." e, decidi seguir o meu instinto e o meu coração de mãe, da mãe que sempre quis ser... Mimei-lhe, dei-lhe colo, adormecia-a ao meu colo (pois era a única forma que ela adormecia e assim foi nos primeiros 12 meses de vida!),... Ao contrário do que me diziam, foi ela que me deu a entender que já não precisava adormecer ao colo, também foi ela que me deu a entender que queria adormecer no berço em vez de ser na minha cama, e tudo correu às 1000 maravilhas...
Hoje, 3 anos depois, não me arrependo de nenhum momento de colo, de mimo, de ter dado mais de mim do que me disseram que devia dar... Não sou a mãe perfeita e nem quero ser (deve ser muito chato ser a "mãe perfeita"! Sou apenas a mãe que sei ser e acho que é exatamente disso que ela precisa: do meu tempo, do meu amor, da minha entrega,...

As consultas seguintes (com a mesma Pediatra, porque ela é um amor, apesar da 1ª má impressão, ela é a melhor que a minha filha podia ter!) correram muito melhor, até porque ela mamava sempre antes da consulta, o que ajudava em muito no acalmar do pequenino coração...
Truques... simples truques de instinto de mãe! :)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Desafio 52 semanas #06: Os super poderes que gostaria de ter...

Este desafio desta semana tem muito que se lhe diga até porque eu já acho que o sexo feminino já tem alguns super poderes, como por exemplo:
- enfrentam o TPM e todos os descontroles hormonais nesse período do mês, no período da ovulação, na gravidez e no pós parto...
- fazem de um simples espermatozóide (em um bilião que é produzido!) um novo ser e conseguem fazê-lo crescer dentro de si, transportá-lo para qualquer lado e ainda enfrentar o momento de dor de pô-lo cá para fora sem um único arranhão (no bebé claro!)...
- produzem leite para poder alimentar o novo ser que carregaram na barriga durante mais ou menos 9 meses...
- conseguem, como que por milagre, fazer 1001 coisas ao mesmo tempo...
Mais à frente vou debruçar-me sobre este tema tão vasto que me faz admirar mais e mais cada ser feminino (decente) que existe no mundo...

Além desses super poderes que falei em cima (e os quais também eu tenho!) eu gostaria de ter um:
- com o meu simples toque, poder salvar todas as pessoas de doenças como o cancro e outras patologias que lhes causam sofrimento, principalmente se forem crianças...

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Bolo das Mães - a melhor escolha!

Eu tenho 2 amigas que me ajudam sempre que tenho festas de aniversários. Ambas sabem truques maravilhosos e me dão dicas que normalmente uso. Este ano uma delas deu-me uma receita que utilizei para fazer o bolo da minha filha. Como nunca tinha experimentado fazer este bolo, estava um pouco apreensiva, mas lá arrisquei. Afinal de contas, se não desse certo, havia de fazer outro.
O bolo fica super fofinho e muito (mesmo muito!) saboroso. Fica de cor amarelada, com sabor abaunilhado e molhadinho, exatamente como eu gosto!
Forrá-lo não foi fácil por ser tão fofo, mas lá consegui e, modéstia à parte, fico muito bonito e, acima de tudo, saboroso...

Chama-se "Bolo das mães"... Deduzo que o nome faz juz ao próprio bolo, pois o amor de mãe é um docinho como o próprio bolo fica! :)

Ingredientes:
- 4 ovos
- 3 chávenas de açúcar (eu reduzi para 2)
- 2 chávenas de leite
- 4 chávenas de farinha
- 1 colher de sopa de farinha Custard (farinha com cheirinho a baunilha)
- 2 colheres de sopa de fermento em pó
- algumas gotas de baunilha
- 250gr de manteiga

Essa minha amiga disse-me que a receita dava um bolo grande, pelo que na bimby seria complicado fazer... Lá fui eu com a batedeira da minha mãe para casa para ser usada em caso de alguma emergência. Se comprei a bimby é para fazer coisas nela, por isso decidi arriscar e comecei a fazer o bolo lá (se ameaçasse transbordar, havia de colocar num recipiente maior e usar a batedeira da minha mãe). 

Coloquei a manteiga e o açúcar na bimby e bati muito bem batido (até fazer um creme branco). Depois juntei as gemas e bati novamente muito bem. O segredo deste bolo é bater tudo muito bem...
À parte misturar bem a farinha com a farinha Custard e o fermento.
Colocar no copo da bimby (pelo buraquinho superior) o leite alternando com as farinhas e fermento misturados.
Nesse momento retirei a massa da bimby e pu-la num recipiente maior para poder misturar as claras em castelo, batidas no SpeedyChef da Tupperware (gosto de misturar as claras com um "rapa tudo" pois o bolo fica mais fofinho - o truque é tentar não deixar que as claras diminuam de volume).
Deu realmente bastante massa, por isso tive de cozê-la por 2 vezes e um dos bolos ainda foi partido ao meio! :) Um verdadeiro bolo de aniversário!

(resultado final)

(o 2º bolo foi partido a meio de tão grande que era. Ficou, assim, um bolo de 3 camadas)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Não é branco, é "snow", diz ele...

Gosto do branco de verdade! Gosto mesmo! Para mim simboliza pureza e transporta-me para aquelas ilhas paradisíacas que eu adoraria conhecer... Tipo estas aqui...
Numa casa, o branco fica simplesmente divinal e intemporal também. O branco está sempre na moda e fica sempre bem com tudo... Mas daí a ser funcional vai uma grande distância... 
Quero uma casinha branca, sim, mas também a quero limpa, nem que seja visivelmente limpa! Isto tudo para dizer que a futura casa terá um WC branco! O namorido diz que não é branco, que é "snow". Eu bem que olho e não vejo lá grande diferença, mas ok, ele adorou e eu sei que, pelo bom gosto que tem (basta olhar para a esposa que escolheu hehehe!), vai ficar lindo! Mas, por outro lado, também sei que será um chão que me vai dar trabalho (na imagem só aparece o branco das paredes que eu adoro... o chão estava tapado, mas é branco na mesma...)! Se, por um lado não gosto de ver a casa suja, por outro lado também não queria estar agarrada ao aspirador na WC o resto da minha vida... 

Este post serve apenas para deixar bem claro a todos os nossos amigos que eu não coloco a casa à frente de nada da minha vida, e não estou a contar fazê-lo agora só porque uma das nossas WC é branca! Desculpem... snow! Primeiro está sempre a minha família e o tempo útil que poderei passar com ela (sem esfregonas atrás!)... Portanto é capaz que, num futuro próximo, se vierem a utilizar aquela WC toda xpto, possam encontrar cabelos e/ou outros objetos não identificados pelo chão. 

A marca dos tijolos é LOVE. Que ao menos o nome seja um bom presságio!! :)